ATÉ ONDE VOCÊ IRIA PARA SER ACEITA?

Atualizado: 17 de out.
Em Carrie, a estranha, o desejo de ser aceita revela algo que vai além da história da personagem: a necessidade humana de pertencimento e o quanto o medo da rejeição pode nos tornar vulneráveis ás atitudes dos outros.
Carrie queria ter amigos, ser incluída e viver experiências que pareciam naturais para as outras pessoas, mas esse desejo de pertencer e de ser como todos os outros a colocou em uma posição delicada, na qual a esperança de ser aceita se sobrepunha aos sinais de que nem todos estavam dispostos a tratá-la com respeito.
Na vida real, isso também acontece, ás vezes relevamos uma atitude que nos machucou, damos mais uma chance, rimos de algo que nos ofendeu ou fingimos que não nos importamos, não necessariamente porque aquilo não dói, mas porque temos medo de perder o vínculo.
Aos poucos podemos silenciar nossos sentimentos e ignorar nossos limites e começamos a acreditar que precisamos nos adaptar ás expectativas dos outros para merecer afeto e aceitação.
Mas existe uma diferença importante entre cosntruir relações que exige compreensão e flexibilidade, e permanecer em situações que ferem nossa autoestima para não ficarmos sozinhas.
Pertencer não deveria exigir que você se diminuísse para caber! E reconhecer essa diferença é um passo importante para construir relações mais saudáveis, nas quais você não precise esconder o que sente, e desrespeitar seus próprios limites.
Você merece fazer parte de lugares onde possa ser você mesma, sem precisar se abandonar para permanecer.
Pense nisso e reflita você está se invalidando para caber na vida de outras pessoas!?











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